Sintrapp participa da II Conferência Livre Regional LGBTQIAPN+ em Presidente Prudente

Defesa dos direitos e da dignidade da população LGBTQIAPN+ também é pauta de luta sindical! No último sábado (28), o Sintrapp esteve presente na II Conferência Livre Regional LGBTQIAPN+ de Presidente Prudente, realizada no Salão do Sindicato dos Bancários. O evento teve como eixo central o enfrentamento à violência e a promoção da saúde integral da população LGBTQIAPN+, com falas mobilizadoras em defesa dos direitos humanos e da equidade.
A Conferência reuniu movimentos sociais, militantes, entidades sindicais e autoridades comprometidas com a pauta LGBTQIAPN+, reafirmando a importância da luta coletiva diante do avanço do conservadorismo e da LGBTfobia em todas as esferas da sociedade.


Entre os palestrantes estiveram o defensor público Massiminiano Fernandes Biliu, titular da 13ª Defensoria Pública de Presidente Prudente e integrante do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, e o biomédico esteta Dr. Fábio Macarini, presidente do PSOL de Álvares Machado.
Para o Sintrapp, é fundamental marcar presença e fortalecer espaços como este, que buscam construir políticas públicas voltadas à população LGBTQIAPN+ e combater as violências estruturais que atingem especialmente esta parcela da população. A diretora Alice Capatto, conta que “participar da II Conferência Livre Regional LGBTQIAPN+ é também reafirmar que nossos corpos, nossas identidades e nossas vivências importam e que precisamos estar em todos os espaços de decisão, inclusive nos sindicatos. Como mulher trans e diretora do Sintrapp, trago comigo a luta das servidoras e servidores LGBTQIAPN+ que enfrentam diariamente o preconceito, a invisibilidade e a falta de políticas públicas. Não há justiça social sem diversidade e não há transformação sem a coragem de ocupar e resistir. O sindicato que queremos é o que luta por todas as existências!”

O sindicato reafirma seu compromisso com a luta por uma sociedade mais justa, diversa e livre de qualquer forma de preconceito e opressão. A defesa da vida e da dignidade humana também se faz nos espaços de trabalho e nas ruas com coragem, organização e solidariedade.




Foi um momento de muito aprendizado e definições de pautas importantes para o movimento.